quarta-feira, 10 de novembro de 2021

House of the Dragon| O que queremos na nova série da HBO

Série derivada de Game of Thrones vai contar a história do reinado dos Targaryens

Douglas Monteiro
Fonte: omelete.com
em 10/11/21

Os dragões, apresentados em Game of Thrones, ganharão série em que serão protagonistas
Imagem: claudia.abril.com.br
Primeira série derivada de Game of ThronesHouse of the Dragon ainda está longe de estrear, mas já causa muitas expectativas — e desconfiança também. Após o final da série principal, a franquia acumulou um fandom dividido entre traumatizados e quem está faminto por mais do universo de George R.R. Martin.

Recentemente, House of the Dragon teve suas primeiras imagens divulgadas. A trama do derivado se passará cerca de 300 anos antes dos eventos da primeira temporada da série original. A nova produção terá Ryan Condal e Miguel Sapochnik como showrunners, foi idealizada pelo próprio R.R. Martin, e teve dez episódios encomendados pela HBO.

Além de Matt Smith, o elenco ainda contará com Paddy Considine (The Outsider), Olivia Cooke (Jogador Nº 1), Rhys Ifans (O Espetacular Homem-Aranha), Steve Touissant (Príncipe da Pérsia), Sonoya Mizuno (Devs) e Graham McTavish (Preacher), entre outros.

House of the Dragon deve ser lançada em 2022, mas ainda não há data definida. Enquanto a série não chega, confira seis coisas que gostaríamos de ver na nova produção da HBO. 

Primeira imagem oficial de House of the Dragon
Imagem: olhardigital.com
Conquista de Aegon
Antes de ser um spin-off de Game of Thrones, a série é baseada no livro Fire and Blood, de R. R. Martin. Na história, o autor narra a história da família Targaryen, a única família de senhores de dragões a sobreviver à queda da Antiga Valíria e se estabelecer na Pedra do Dragão.

O livro começa com a conquista de Aegon Targaryen sobre os sete reinos de Westeros e segue contando como seus descendentes lutam para manter o poder até a queda de Aerys II Targaryen, o pai de Daenerys. É mais que certo de que isso estará na trama, mas é preciso aproveitar cada coisa.

Cada detalhe dessa sangrenta jornada é fundamental e ter isso representado na tela será um grande passo para reconquistar os fãs decepcionados com a série original.

Antiga Valíria
Já que a série vai retornar todos esses séculos, por que não dar um destaque maior para Valíria? Na série original, o berço dos Targaryens não passava de ruínas tomadas por homens de pedra.

Para quem não teve a oportunidade de ler os livros de R. R, Martin, ter essa história apresentada com mais profundidade será muito legal e importante para a compreensão do universo da TV.

Primeiro contato entre dragões e humanos
Se vale mostrar a história da Antiga Valíria, com certeza também poderíamos ver o primeiro contato entre dragões e humanos e mais detalhes de como os Targaryens são resistentes a fogo e possuem conexão com os dragões.

Atenção especial para os dragões
Falando em dragões, já foi anunciado que a série contará com cerca de 17 desses monstrinhos que todo fã ama. Na série original, o público se afeiçoou muito ao trio de feras de Daenerys e sentiu suas mortes.

Certamente a produção terá um carinho especial com os dragões novamente em House of the Dragon, inclusive no CGI, que chamou a atenção pela sua qualidade em vários momentos das oito temporadas de Game of Thrones.

Espera-se ver bastante variações de dragões em House of the Dragon
Imagem: gameofthrones.fandom.com

Primeiros homens e filhos da floresta
Outro valioso passo que a série poderia dar seria apresentar mais detalhes da história dos “primeiros homens” e do mundo antes da Muralha do Norte. Eles foram os primeiros humanos a habitar Westeros e governavam as terras antes de serem invadidos pelos andalos. É muito comum na série original que os herdeiros das grandes casas apresentem seus títulos e afirmem fazer parte da linhagem desses primeiros homens.

Ainda muito antes dos primeiros homens chegarem ao continente, os Filhos da Floresta já viviam por ali. Quando os humanos chegaram derrubando árvores e se espalhando pelo território, esses seres humanoides se enfureceram e travaram uma guerra que durou séculos.

Tanto os Primeiros Homens quanto os Filhos da Floresta têm grande influência na série original. Dar uma espiada mais longa nessa história seria bem legal, mesmo que através das memórias de outros personagens.

Povo livre e caminhantes brancos
Seria interessante também conhecer um pouco mais da história do povo Além da Muralha. Descendentes dos Primeiros Homens, as pessoas que vivem além da muralha de gelo são conhecidos como Povo Livre, pois estão livres de qualquer autoridade dos Sete Reinos.

Já os vagantes brancos, ou caminhantes brancos, são zumbis que também vivem além das muralhas. Eles tomaram bastante tempo de tela na série original. Sem dar spoilers, podemos dizer que eles são fundamentais tanto nos livros quanto na TV e existem desde muito antes do jogo dos tronos.

Emily em Paris| Lily Collins garante que 2º ano terá maior diversidade

Falta de atores não-brancos e uso de estereótipos foram criticados pelos espectadores

Douglas Monteiro
Fonte: omelete.com
em 10/11/21

Lily Collins interpreta uma Executiva de Marketing de Chicago em Paris
Imagem: assistirsuperflix.com

Depois de a primeira temporada de Emily em Paris ser criticada por seu elenco predominantemente branco e pelo uso recorrente de estereótipos ofensivos do povo francêsLily Collins garantiu que o segundo ano trará uma correção de curso à série da Netflix. Protagonista e produtora do programa, a atriz disse ter ficado atenta às opiniões do público.

Algumas coisas se ligaram ao momento que estamos vivendo, ao que é certo e moral e precisa ser feito”, afirmou Collins à Elle UK. “Queria que ter [na segunda temporada] maior inclusão e diversidade na frente e atrás das câmeras fosse nosso foco de várias maneiras”. Segundo ela, isso se refletiu nas novas adições ao elenco principal e na criação de narrativas mais significativas para alguns personagens.

Recentemente, as primeiras imagens do 2º ano da série revelaram um novo interesse amoroso para a personagem de Lily Collins, Alfie (Lucien Laviscount).

Segundo o TVLine, o personagem será introduzido no novo ano da produção como um sarcástico e charmoso cínico que se recusa a falar francês ou mergulhar na cultura francesa.

Programa de Darren Star (Sex and the City), a trama acompanha a social media norte-americana Emily (Lily Collins), que recebe a oportunidade de trabalhar em Paris. Em um país novo, ela precisa lidar com a barreira de linguagem, chefes raivosos, os desafios de sua profissão, e também vários romances. Além de Collins, Emily em Paris também conta com Kate WalshWilliam AbadieAshley Park e Samuel Arnold.

Para a segunda temporada, Star afirmou ao THR que está cogitando se o programa refletirá a pandemia do coronavírus, algo que as imagens parece indicar ter sido descartado: "Eu tenho algumas ideias, mas acho que é uma grande dúvida sobre qual efeito isso terá na série e na narrativa", falou.

Dopesick| Michael Keaton retrata crise de opioides nos EUA na série 'Dopesick': 'É uma questão social'

Minissérie do Hulu é sobre a última epidemia de drogas dos EUA: a crise dos opioides

Douglas Monteiro
Fonte: g1.globo.com
em 10/11/21

Veterano em Hollywood, Michael Keaton interpreta um médico comum em Dopesick.
Ele está envolvido na crise dos opioides

Imagem: wtop.com

Em 1988, Michael Keaton fez sua estreia no gênero drama com "Marcas de um Passado", um poderoso olhar sobre o vício em cocaína nos Estados Unidos. Três décadas depois, o ator está pronto para voltar a retratar o tema.

Antes da estreia de "The Flash" no ano que vem, em que Keaton interpreta uma versão antiga de Batman, o ator estrela "Dopesick", uma minissérie sobre a última epidemia de drogas dos EUA: a crise dos opioides.

"Não costumo revisitar assuntos", disse Keaton. "Mas esta é uma questão social e há muito mais para contar".

"Acende uma luz sobre a classe alta e sua culpa", disse ele a um painel da Associação de Críticos de Televisão.

A série estreou em 13 de outubro na plataforma Hulu e é baseada no livro de não ficção "Dopesick: Dealers, Doctors and the Drug Company that Addicted America", de Beth Macey.

O drama aborda como a farmacêutica Purdue Pharma promoveu agressivamente o OxyContin, um analgésico altamente viciante, considerado responsável pela crise de opioides que causou meio milhão de mortes por overdose nos Estados Unidos desde 1999.

No ano passado, os executivos da Purdue se confessaram culpados de acusações criminais que incluíam fraudar agências federais de saúde, minimizando a natureza viciante da medicação e pagando propinas aos médicos.

Rosario Dawson dá vida a uma agente antinarcóticos que trabalha para o Governo
Imagem: seriesonlinebr.online

Ao contrário das décadas de
"guerra às drogas", onde as autoridades se concentraram em prender usuários - como viciados em crack, muitas vezes de minorias - "desta vez 70% das overdoses que ocorreram no ano passado foram de opioides", disse a também protagonista Rosario Dawson.

Na série, Keaton interpreta um médico em uma pequena cidade e Dawson uma oficial do governo antinarcóticos, que começam a descobrir a escala da crise.

 

Opioides potentes, ferimentos leves

Kaitlyn Dever ("Booksmart") interpreta uma trabalhadora nas minas que machuca as costas e recebe uma receita de OxyContin. Ela "está completamente inconsciente do que vai acontecer em sua vida e acaba caindo no abismo, incapaz de controlar qualquer coisa", diz Dever.


Este era destino comum para milhares de americanos que receberam prescrições de opioides potentes para ferimentos leves de médicos que recebiam bônus de gigantes farmacêuticos como Purdue.

Personagem de Kaitlyn Dever, Betsy Mallum, é uma das atingidas pela crise dos opioides
Imagem: tuaserie.net

Quando os médicos cortavam suas receitas, muitos pacientes compravam heroína na rua para lidar com os efeitos da abstinência. Alguns se tornavam mulas, forçados a fazer viagens perigosas para
contrabandear narcóticos das cidades para as comunidades rurais, em troca de drogas.

"Se você realmente olhar para o dano exponencial que o crime de colarinho branco tende a causar em comparação com o de um menino - digo do centro da cidade, mas poderia ser um camponês vendendo um saco de maconha para ajudar a pagar o aluguel -, como podem comparar as duas coisas?", disse Keaton.


Para Danny Strong, criador da série, a inspiração foi "expor isso de uma forma ampla". "Não pude acreditar no que esta empresa fez e como eles foram capazes de fazer isso por anos. As mentiras, a manipulação, o tráfico de influência. É uma história tão chocante que eu não conseguia parar de pensar nisso", acrescenta.

Batwoman| Entenda as denúncias de Ruby Rose e os conflitos do caso

Atriz afirmou que produção da série foi negligente e que houve mortes de dublês

Douglas Monteiro
Fonte: omelete.com
em 10/11/21

Ruby Rose está no centro de uma polêmica envolvendo a série Batwoman. A atriz, que chegou a protagonizar a produção em sua primeira temporada, fez em seu Instagram uma série de denúncias, acusando a produção, inclusive, de negligenciar a segurança dos dublês, o que teria resultado em mortes no set de filmagens.

Ruby Rose interpretou a heroína de Gotham City por uma temporada
Imagem: wall.alphacoders.com

A seguir, recordamos como o caso se desdobrou, a partir do acidente de Rose no set de filmagens da série. Confira:

Cirurgia
Em 2019, Ruby Rose revelou que sofreu um grave acidente fazendo acrobacias no set de Batwoman, e quase teve danos na sua medula espinhal. Com dores crônicas e correndo o risco de ficar paraplégica, ela passou por uma cirurgia para reparar as contusões.

Meses depois, ela revelou em entrevista à EW que voltou a trabalhar apenas dez dias após a cirurgia.

A saída
Em maio de 2020, Ruby Rose anunciou sua saída da série em um comunicado oficial, no qual não revelou os motivos por trás de sua decisão.

Eu tomei a difícil decisão de não retornar a Batwoman na próxima temporada”, disse Rose. “Essa não é uma decisão tomada sem pensar, já que tenho um enorme respeito pela equipe, elenco e todos os envolvidos na série em Vancouver e Los Angeles”. A atriz ainda agradeceu a Greg Berlanti, Caroline Dries e Sarah Schechter, produtores de Batwoman.

Para tomar o manto da heroína, a escolhida foi Javicia Leslie.

As explicações
Pouco após Rose deixar a série, foi noticiado que a saída da atriz foi uma decisão tomada em conjunto com a produção da série. Meses depois, em agosto de 2020, Rose afirmou que a pandemia influenciou sua decisão. Em julho de 2021, por fim, ela disse que deixou a trama por conta de uma severa alergia ao látex de sua máscara.

"Eu descobri que era alérgica ao látex. Eu estava ficando cada vez pior, porque à medida que você tem mais contato com ele, acho que você obtém mais reações. Tirei a máscara no final, e meu rosto ficou só com urticária. Minha garganta estava toda machucada. Era como se saísse de um filme de terror", afirmou a atriz.

As denúncias
Ruby Rose denunciou supostos abusos no set de Batwoman durante a madrugada do último dia 20 de outubro. Em uma série de stories em seu Instagram, Rose mostrou as muitas lesões que sofreu durante as gravações da série, e relatou como o produtor Peter Roth e a showrunner Caroline Dries a obrigaram a voltar ao trabalho meros 10 dias depois de uma cirurgia de emergência.

Ela ainda afirmou que as condições inseguras no set de Batwoman também causaram acidentes envolvendo outras pessoas. De acordo com Rose, um membro da equipe de gravações ficou com queimaduras de 3º grau no rosto, dois dublês morreram, e uma mulher ficou quadriplégica.

A atriz ainda criticou os colegas de elenco Dougray Scott e Camrus Johnson.

A resposta da Warner
Em comunicado oficial, a Warner Bros Television, rebateu a atriz e afirmou que ela foi demitida em razão de seu comportamento no set. “A verdade é que a Warner decidiu não trazer Ruby de volta para a segunda temporada com base em múltiplas reclamações sobre seu comportamento no ambiente de trabalho, que foram investigadas e tratadas de forma particular em respeito a todos os envolvidos”.

As repostas de colegas
Ex-colegas de Ruby Rose se manifestaram de forma contrária à atriz. Nominalmente citado por ela, Dougray Scott (foto) negou as acusações: “Elas foram completamente inventadas e nunca aconteceram”.

Um assistente de produção da série, Alexander J. Baxter, ainda publicou uma carta aberta no site CBR, acusando a atriz de ser uma “ditadora” no set: "Ela aparecia tarde na maioria dos dias, não memorizava as próprias falas, e sempre que interagia com alguém abaixo dela, pisava em nós".

Douglas Scott e Camrus Johnson, companheiros de série de Ruby Rose,
responderam suas acusações

Imagem: gizmodo.uol.com.br


House of the Dragon| O que queremos na nova série da HBO

Série derivada de Game of Thrones vai contar a história do reinado dos Targaryens Douglas Monteiro Fonte: omelete.com em 10/11/21 Os dragõ...