segunda-feira, 20 de setembro de 2021

'O Senhor dos Anéis' em série de TV será lançada em setembro de 2022

Estreia da série vai acontecer no dia 2 de setembro de 2022. Expectativa é fazer cinco temporadas

Douglas Monteiro
Fonte: g1.globo.com
em 15/09/21

Primeira imagem da série de TV 'O Senhor dos Anéis'
Imagem: g1.globo.com

versão para TV de "O Senhor dos Anéis" será lançada em setembro de 2022, informou o Amazon Studios no dia 2 de agosto.

A plataforma de streaming Amazon disse que as filmagens da primeira temporada terminaram na Nova Zelândia e divulgou a primeira imagem da série.


"A jornada começa em 2 de setembro de 2022 com a estreia de nossa série original 'O Senhor dos Anéis' no Prime Video", disse Jennifer Salke, chefe do Amazon Studios, em um comunicado.


A Amazon está gastando cerca de 465 milhões de dólares nas filmagens da primeira temporada da série, de acordo com autoridades do governo da Nova Zelândia. A expectativa é fazer cinco temporadas, tornando-a uma das séries de TV mais caras de todos os tempos.


Em um comunicado à imprensa, a Amazon informou que a primeira temporada estará disponível em mais de 240 países, com novos episódios lançados semanalmente.


A fantasia épica se passará milhares de anos antes dos eventos narrados pelo escritor J.R.R. Tolkien em seus livros "O Hobbit" e "O Senhor dos Anéis".
 


Aragorn, Gimli e Legolas são três dos protagonistas dos aclamados filmes de Peter Jackson
Imagem: jovemnerd.com

Franquia foi sucesso no cinema

Composta pelos filmes "A Sociedade do Anel" (2001), "As Duas Torres" (2002) e "O Retorno do Rei" (2003), a trilogia de "O Senhor dos Anéis", dirigida por Peter Jackson, foi sucesso de crítica e público.


A franquia arrecadou US$ 2.912 bilhões, segundo o site Box Office Mojo.


Além disso, "O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei" ganhou 11 prêmios no Oscar, igualando com "Ben-Hur" (1959) e "Titanic" (1997) como recordista da Academia.


quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Série popular da Netflix reanima debate sobre alistamento militar na Coreia do Sul

'Deserter Pursuit' acompanha a polícia militar encarregada de capturar desertores e lança luz sobre a vida diária de muitos recrutas, que inclui abusos mentais e físicos

Douglas Monteiro
Fonte: g1.globo.com
em 15/09/21


Série 'Deserter Pursuit' acompanha a polícia militar encarregada de capturar desertores
Imagem: g1.globo.com

Uma série popular da Netflix está ressuscitando um debate na Coreia do Sul a respeito de seu enorme contingente militar, sua história de escândalos de abuso e o alistamento obrigatório que preenche suas fileiras de homens jovens.

"D.P", abreviação de "
Deserter Pursuit", está entre as principais atrações da Netflix no país desde que estreou no final de agosto. A série acompanha a polícia militar encarregada de capturar desertores e lança luz sobre a vida diária de muitos recrutas, que inclui abusos mentais e físicos de outros soldados.

O diretor
Han Jun-hee disse que tentou contar uma história humanizada sobre como o sistema transforma desertores em vítimas e criminosos ao mesmo tempo, além do fardo imposto aos que são forçados a persegui-los.

"D.P fala sobre perseguir um desertor, mas ao mesmo tempo é uma história paradoxal sobre procurar o filho, irmão, ou amor infeliz de alguém", disse Han à Reuters por e-mail. Indagado sobre a popularidade da atração, um porta-voz do Ministério da Defesa disse que o meio militar mudou e que o ministério tenta acabar com os abusos e o tratamento brutal.

O diretor apostou na dualidade dos protagonistas para avançar na complexidade da trama
Imagem: magicdramafansub.com

Na semana passada, os militares anunciaram que, mesmo antes de a série estrear, planejavam acabar com o sistema de perseguição por soldados a colegas desertores a partir de julho de 2022.

A Coreia do Sul mantém um contingente militar ativo de 550 mil pessoas, além de 2,7 milhões de reservistas devido às décadas de tensões com a
Coreia do Norte. Todos os homens precisam servir por até 21 meses, dependendo da divisão militar.

A série estreou enquanto o país debate o futuro do
alistamento e seu potencial para abusos, especialmente porque jovens que enfrentam perspectivas econômicas incertas se queixam de passar no serviço militar um tempo que poderiam dedicar aos estudos ou ao trabalho.










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